Mulher Regressa à Casa do Marido Após Quatro Anos de Relacionamento Extraconjugal em Gaza

Mulher Regressa à Casa do Marido Após Quatro Anos de Relacionamento Extraconjugal em Gaza

A reportagem inicia-se no bairro Inhamissa, Unidade 5, na cidade de Xai-Xai, província de Gaza. Há meses, foi relatado o caso de uma cidadã que teria mantido, durante quatro anos, um relacionamento extraconjugal enquanto vivia na casa do próprio marido, com um indivíduo mais novo e considerado desconhecido na comunidade.

Durante as primeiras horas do dia, a TV Sucesso recebeu uma chamada urgente de populares do bairro, denunciando a presença da mulher no local desde o dia anterior. Segundo os moradores, ela teria regressado à casa conjugal sem autorização, ignorando o vínculo com o esposo, com quem tem filhos.

Depoimentos dos Vizinhos

João António Machava, residente do bairro, explicou o que os vizinhos sabiam sobre o caso:

“Eu não sou Estrutura do bairro, sou apenas residente. Quando o nosso vizinho tem um problema, aproximamo-nos para saber o que se passa e tentar ajudar. O dono da casa estava na África do Sul. Quando notámos movimentação estranha, os populares alertaram-nos. Soube-se que o caso chegou ao tribunal, que decidiu que ela devia aguardar o regresso do marido para resolverem o problema juntos. Agora que ele voltou, ouvimos que ela regressou sem autorização. Isso de trazer um namorado para viver quatro anos na casa do marido é muito estranho e humilhante.”

Sobre a presença da mulher sem autorização judicial, Machava acrescentou:

“Não sabemos por que razão ela insiste em voltar para casa enquanto o caso ainda decorre no tribunal. Ela devia esperar a decisão final, mas continua a invadir a residência, dizendo que é dona do espaço. Esse comportamento preocupa-nos, porque já fugiu várias vezes quando a televisão chega ao local.”


 

Alice Francisco Bila, também moradora do quarteirão, contou o que ouviu da própria mulher:

“Ela disse que o marido já não lhe fazia nada, por isso procurou um amante. Alegou que o próprio marido a autorizou a ter outro homem e a viver com ele na casa conjugal. Mas agora que o marido está presente, ele é quem deve confirmar se isso é verdade.”

Alice reiterou a indignação da comunidade:

“Esse comportamento de trazer amante para dentro de casa não é aceitável aqui na zona. Se o marido realmente disse para procurar um namorado, que o faça fora da casa. Aqui não queremos ver o namorado dela. Isso pode dar mau exemplo a outras famílias. Muitas mulheres estão a passar por dificuldades, e esse tipo de atitude só destrói os lares. Pedimos oração por todas as famílias.”

Outro morador, L. Rafael, reforçou a posição comunitária:

“Esse comportamento não é apoiado. Como vizinhos, não aceitamos nem incentivamos. Vamos continuar a acompanhar o caso até ao fim, porque não queremos esse tipo de exemplos na nossa zona.”


Depoimento do Marido

Albino Paulo Cuna, marido e proprietário da casa, afirmou estar casado com a mulher desde 1991 e refutou as alegações de que não mantinham relações ou de que teria autorizado o adultério.

“Isso é mentira. É uma vergonha para mim e para a minha família. Se estivesse doente, diria. Tenho familiares e podia procurar ajuda. Ela está a mentir quando diz que eu não fazia sexo com ela. Também é falso que eu a tenha autorizado a ter amante e a viver com ele dentro de casa.”


 

O marido expressou ainda indignação e dor:

“Eu não sou gay para trazer outro homem para a minha casa. Mesmo que eu não estivesse vivo, a minha família tomaria decisão sobre quem ficaria na casa. Ela usava o dinheiro que eu enviava da África do Sul para sustentar o namorado. Casei-me para construir um lar, não para financiar traições.”

Sobre o regresso da mulher após a audiência judicial, Albino relatou:

“Ontem, dia 9, estive no tribunal. Depois da sessão, ela saiu diretamente para a minha casa, acompanhada de um tio. Ele disse que vinha deixá-la aqui sem a minha autorização nem da minha família. Isso é desrespeito. Eu sou pai, tenho família, e não aceito esse tipo de comportamento. Se ela quer seguir com o namorado, que vá viver com ele.”

Segundo apurou a TV Sucesso, a mulher permaneceu dois dias na residência, acompanhada por uma outra cidadã que se identifica como “agiota” (agenciadora de dinheiro), alegando que o marido devia valores relacionados a um empréstimo anterior.



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