AIM e China reforçam cooperação estratégica para projeção internacional da agência


A Agência de Informação de Moçambique (AIM) e a China deram um novo passo no fortalecimento das relações bilaterais no sector da comunicação social, com enfoque na projeção internacional da instituição moçambicana.

Durante um encontro recente, a parte chinesa reiterou o seu compromisso em aprofundar a cooperação, destacando a importância estratégica da parceria para o reposicionamento da AIM no panorama mediático global, numa altura em que a informação se tornou um instrumento central de influência e desenvolvimento.

O Director-Geral da AIM, Orlando Gambeta, foi claro: sem alianças sólidas, não há crescimento sustentável no sector.

“Estamos satisfeitos com a abertura demonstrada para o reforço da cooperação com a Embaixada e os órgãos de comunicação social da China”, afirmou.

Parceria vista como chave para modernização

Gambeta defendeu que este tipo de parceria é determinante para consolidar o papel da AIM, tanto no plano interno como no cenário internacional, num momento em que as agências noticiosas enfrentam pressão crescente da digitalização e da concorrência global.

O responsável sublinhou ainda a necessidade de transformar a AIM numa instituição mais moderna, ágil e competitiva, capaz de responder às exigências do jornalismo contemporâneo.

A estratégia passa por capitalizar a reputação já construída ao longo dos anos e reforçar a presença da agência em plataformas internacionais, onde a disputa por credibilidade e alcance é cada vez mais intensa.

Cooperação ganha peso num mundo em transformação

O encontro terminou com expectativas elevadas de ambas as partes, que manifestaram um compromisso firme em aprofundar a cooperação no domínio da comunicação social.

Num contexto global marcado por rápidas transformações tecnológicas, desinformação e desafios crescentes no campo da informação, a parceria entre Moçambique e China surge como uma aposta pragmática para fortalecer capacidades institucionais e ampliar a influência mediática.

A mensagem é simples: quem não se moderniza, fica para trás — e a AIM quer manter-se relevante.

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