Chapo recebe Conselho Islâmico de Moçambique


Chapo e CISLAMO debatem reformas nacionais

O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, recebeu esta quinta-feira, na Presidência da República, uma delegação do Conselho Islâmico de Moçambique (CISLAMO), no âmbito do processo de auscultação nacional sobre reformas estruturais em curso no país.

O encontro teve como foco a apresentação de contributos da comunidade muçulmana para o desenho e consolidação de medidas institucionais e legais em preparação, inseridas no actual ciclo de reformas nacionais.


Contributos para o processo de reformas

No final da audiência, o representante do CISLAMO, Abdul Rahman, explicou que a reunião permitiu partilhar preocupações, expectativas e propostas da comunidade muçulmana em relação ao futuro enquadramento institucional do país.

Segundo referiu, o processo de auscultação representa uma oportunidade relevante para garantir que as reformas em curso reflectem a diversidade social e religiosa de Moçambique.

Abertura ao diálogo institucional


Abdul Rahman destacou ainda a abertura demonstrada pelo Chefe de Estado durante o encontro, sublinhando a disposição do Presidente Chapo em ouvir as diferentes sensibilidades da sociedade.

A comunidade islâmica espera que os contributos apresentados sejam considerados na formulação das novas normas e políticas resultantes do processo de reforma em curso.

Identidade, pertença e desenvolvimento


O dirigente do CISLAMO afirmou que um dos objectivos centrais da participação da comunidade é contribuir para um país onde todos os cidadãos se sintam plenamente integrados.

“Somos muçulmanos moçambicanos e queremos contribuir para o desenvolvimento do nosso país”, afirmou Abdul Rahman, defendendo a importância de um quadro legal que reforce o sentimento de pertença e inclusão.

Diálogo nacional em curso


O encontro insere-se na estratégia de auscultação promovida pela Presidência da República, que tem vindo a envolver diferentes sectores da sociedade civil, líderes religiosos e organizações sociais no debate sobre reformas estruturais, com vista ao reforço da coesão nacional e institucional.

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