O Governo de Moçambique confirmou o repatriamento de mais de 700 cidadãos nacionais da África do Sul, na sequência da recente escalada de violência xenófoba que assolou a Província do Cabo Ocidental. Os incidentes, marcados por intimidação e ataques, registaram maior gravidade nas localidades de Mossel Bay e Hermanus.
Nas últimas 24 horas, as autoridades moçambicanas intensificaram a assistência aos compatriotas, assegurando o regresso de 169 cidadãos, entre os quais 16 menores, que se encontravam em centros de acolhimento temporário. Esta operação decorre cerca de uma semana após o agravamento da situação de segurança no país vizinho.
O Governo de Moçambique confirmou o repatriamento de mais de 700 cidadãos nacionais da África do Sul, na sequência da recente escalada de violência xenófoba que assolou a Província do Cabo Ocidental. Os incidentes, marcados por intimidação e ataques, registaram maior gravidade nas localidades de Mossel Bay e Hermanus.
Vítimas e Trasladação de Corpos
O balanço da violência inclui a morte de seis moçambicanos em Mossel Bay. Segundo comunicado oficial, estão em curso “diligências para a trasladação dos corpos”, num processo que envolve a coordenação entre autoridades competentes, missões diplomáticas e familiares das vítimas.
Resposta Governamental e Diplomática
Face à crise, o Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, reafirmou o compromisso do seu executivo no combate à violência contra estrangeiros. Como medidas imediatas, o governo sul-africano anunciou o reforço da gestão fronteiriça, da fiscalização e do controlo migratório.
Entretanto, as Missões Diplomáticas e Consulares de Moçambique mantêm-se no terreno, prestando proteção consular e acompanhando a evolução dos acontecimentos, com o objetivo de apoiar os cidadãos que ainda permanecem em território sul-africano.
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